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Estudo forense aponta homicídio na morte de Kurt Cobain

  • Foto do escritor: Clube FM
    Clube FM
  • há 3 horas
  • 1 min de leitura

Um estudo independente reacendeu a controvérsia em torno da morte de Kurt Cobain, líder do Nirvana. Publicada no International Journal of Forensic Science, a pesquisa afirma que há indícios físicos incompatíveis com a conclusão oficial de suicídio, registrada em 1994.


Foto: Divulgação


O trabalho, conduzido pelo perito Brian Burnett, revisitou os laudos originais da autópsia e apontou inconsistências relevantes — com destaque para a análise toxicológica. Segundo o estudo, a quantidade de heroína encontrada no sangue de Cobain seria cerca de três vezes superior ao limite considerado letal, o que, para os autores, provocaria incapacidade imediata.


Nesse contexto, argumenta-se que seria fisiologicamente improvável que o músico tivesse condições de manusear a espingarda, posicioná-la e acionar o gatilho antes de perder a consciência. O relatório também questiona outros elementos da cena, como padrões incomuns de sangue, a ausência de impressões digitais legíveis na arma e possíveis discrepâncias gráficas nos trechos finais da carta atribuída ao cantor.


Embora o estudo sustente a hipótese de homicídio, seus autores afirmam não pedir ações imediatas, mas sim maior transparência e revisão técnica: “se estivermos errados, provem que estamos errados”, diz o texto.


Apesar da repercussão internacional, a Polícia de Seattle mantém a posição oficial e informou que não reabrirá o caso, preservando a conclusão de suicídio.


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